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taxa de juros

O empréstimo é uma excelente alternativa para escapar de grandes dívidas ou fazer novos investimentos. Na hora de contar com essa “ajudinha” é preciso recorrer a instituições bancárias ou financeiras e cada uma delas tem suas particularidades. Além dos requisitos de cada uma, outra diferença importante entre elas é a análise da taxa de juros – cada uma tem a sua. A variação da taxa de juros inclui uma série de variáveis como taxa de inadimplência e prestação de serviços, por exemplo.  Está pensando em contratar um empréstimo? Não fique no escuro na hora de escolher, continue lendo para entender como é definida a taxa de juros e fazer a melhor escolha para sua necessidade:

Como a taxa de juros de um empréstimo é calculada?

Maria vende bolo e para precificá-los é preciso levar em consideração uma série de questões. Ela precisa avaliar o custo da matéria-prima, sua mão de obra, consumo de energia, embalagem e entrega do produto. Nesse exemplo, fica claro como o banco ou financeira determinam as taxas de juros de um empréstimo. Vale ressaltar que o risco de inadimplência do cliente é um dos critérios responsáveis por aumentos expressivos da taxa de juros na hora da contratação, por exemplo.

Taxa base da economia – SELIC

Os táxis têm bandeiras de acordo com dias e horários, quando você entra em um amarelinho de imediato está pagando a bandeira, ou seja, a tarifa básica. Com os empréstimos, funciona da mesma forma, existe uma taxa básica da economia pré-definida pelo governo. Trata-se do Sistema Especial de Liquidação e Custódia ou SELIC que é referência não só para as taxas de juros de empréstimos, mas também para investimentos.

Valor solicitado

A quantia solicitada também influencia na definição da taxa de juros e você já vai saber porquê. Quanto maior for o valor pretendido pelo cliente, mais altas serão as parcelas ou divididas em mais vezes aumentando o risco de inadimplência. “Ah, mas eu vou descontar as parcelas diretamente do meu contracheque. Então não tenho esse problema, certo?”. Errado! Esse é um critério levado em consideração independente da forma de pagamento do cliente.

Risco de inadimplência

Já falamos tanto dele nesse artigo, chegou a hora de entender melhor a sua influência nas taxas de juros. O banco não pode correr o risco de “perder dinheiro”, certo? Por isso, ele avalia os riscos do contratante de não quitar o débito levando em consideração critérios como o histórico financeiro, por exemplo. Quanto maiores forem os indícios de que o contratante pode não honrar com suas dívidas, maior o impacto desse critério na taxas de juros. Sendo assim, automaticamente, quando o risco de inadimplência é menor, os juros são menores.

Prazo de pagamento

Quando você faz um compra à vista recebe desconto. Quando parcela, além de não receber desconto dependendo do número de vezes ainda paga juros, certo? Com o empréstimo funciona da mesma forma. Quanto mais parcelas, maior o prazo e consequentemente maiores as chances do contratante deixar de pagar antes do fim do contrato. Ou seja, quanto menor for a proposta de tempo, menores serão as taxas de juros.

Qual o Custo Efetivo Total (CET) de um empréstimo?

O custo efetivo total é quanto a operação custou para o ofertante. Ou seja, uma forma simplificada de enxergar quanto está pagando além do que emprestou. Ao contratar um empréstimo, o indivíduo assume que pagará todas as taxas, encargos operacionais e acréscimos. Tudo isso, é incluído no montante que foi emprestado, sendo assim, quanto menor for o CET menor serão os custos para quem empresta. Com isso, é possível queremos mostrar que, quanto menor o CET, maior a rentabilidade do empréstimo. Além dos critérios que citamos anteriormente, outros podem impactar diretamente no seu CET, saiba quais são:

  • Imposto sobre operações financeiras (IOF);
  • Taxa de abertura de crédito;
  • Taxas administrativas;
  • Taxas de manutenção;
  • Análise de crédito;
  • E outros!

Quais são os custos de um empréstimo para o consumidor final?

As taxas de juros não são as únicas responsáveis pelo custo total de um consignado. Existem outros fatores que podem alterar o valor final para o contratante. Por isso, quem quer contratar um empréstimo deve levar em consideração todas as linhas de crédito e possibilidades existentes

Vale lembrar que ..

O custo de um empréstimo consignado não depende somente das taxas de juros. Há outro fatores que podem alterar o valor total que o contratante paga mensalmente como a análise de crédito, por exemplo.

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